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Bula do Lornoxicam

Princípio Ativo: Lornoxicam

Karime Halmenschlager SleimanRevisado clinicamente por:Karime Halmenschlager Sleiman. Atualizado em: 12 de Setembro de 2023.

Lornoxicam, para o que é indicado e para o que serve?

Lornoxicam é destinado para:

  • Tratamento da dor associada à lombalgia aguda e crônica;
  • Tratamento da dor pós-operatória, inclusive dor pós-cirurgia dentária;
  • Tratamento da dor e inflamação na osteoartrite;
  • Tratamento da dor e inflamação na artrite reumatoide.

Quais as contraindicações do Lornoxicam?

  • Hipersensibilidade ao Lornoxicam ou a qualquer um de seus componentes;
  • Trombocitopenia;
  • Hipersensibilidade (sintomas como asma, rinite, angioedema ou urticária) a outros medicamentos antiinflamatórios não esteroides, incluindo o ácido acetilsalicílico;
  • Insuficiência cardíaca severa;
  • Hemorragia gastrintestinal, hemorragia cerebrovascular e outras doenças hemorrágicas;
  • História de hemorragia gastrintestinal ou perfuração, referente à terapia anterior com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides;
  • Úlcera péptica/ hemorragia ativa ou história de úlcera péptica/ hemorragia recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou sangramentos comprovados);
  • Insuficiência hepática grave;
  • Insuficiência renal grave (creatinina sérica > 700 µmol/L);
  • O terceiro trimestre de gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Lornoxicam?

Para todos os pacientes um sistema de dosagem apropriada deve ser baseado na resposta individual ao tratamento.

Lornoxicam 8 mg comprimido revestido oral deve ser ingerido com um copo de água, podendo ser tomado antes, durante ou após as refeições. O médico irá definir quando o medicamento deve ser tomado, verificando o item “Quais cuidados devo ter ao usar o Lornoxicam?” da bula, e observando que o Lornoxicam é absorvido rapidamente e que quando administrado com alimento tem sua absorção diminuída.

Tratamento da dor associada com lombalgia aguda e crônica e dor pós-operatória

A dose usual é de 8 mg a 16 mg dividido em 2 doses ao dia. A dose máxima recomendada é 16 mg por dia.

Artrite reumatoide e osteoartrite

A dose inicial recomendada é de 12 mg de Lornoxicam por dia, dividido em 3 doses. A dose de manutenção não deve exceder 16 mg ao dia (2 comprimidos de 8 mg).

Informação adicional para grupos especiais

Crianças e adolescentes

Não é recomendado o uso de Lornoxicam em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos devido à falta de dados de segurança e eficácia.

Idosos

Não é necessária uma dose especial para pacientes idosos acima de 65 anos, mas Lornoxicam deve ser administrado com precaução visto que eventos adversos gastrintestinais são menos bem tolerados neste grupo. Os idosos têm aumentado risco de sérias consequências de eventos adversos. Se um AINE for considerado necessário, a menor dose efetiva deve ser usada e pela menor duração. O paciente deve ser monitorado regularmente para hemorragia gastrintestinal durante a terapia com AINE.

Insuficiência renal

Para pacientes com insuficiência renal leve a moderada, a máxima dose diária recomendada é 12 mg, dividido em 3 vezes.

Insuficiência hepática

Para pacientes com moderada insuficiência hepática a máxima dose diária recomendada é 12 mg, dividido em 3 doses.

Eventos adversos podem ser minimizados usando a menor dose efetiva pela menor duração necessária para controlar os sintomas.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lornoxicam maior do que a recomendada?

Há quatro relatos de overdose. Em uma mulher, 140 mg de lornoxicam causou apenas sintomas leves, enquanto que em outra, 800 mg de lornoxicam não causou nenhum sintoma. Duas crianças ingeriram acidentalmente 8 mg e 16 mg de lornoxicam, mas não apresentaram sintomas de toxicidade.

Sintomas

Dor de cabeça, náusea, vômito, perturbações da visão, dor epigástrica, hemorragia gastrointestinal, raramente diarreia, desorientação, excitação, coma, sonolência, tontura, zumbido, desmaios, ocasionalmente convulsões. Em caso de envenenamento significativo, insuficiência renal aguda e danos ao fígado são possíveis.

Tratamento

Nenhum antídoto específico é conhecido. Os pacientes devem ser tratados sintomaticamente, conforme necessário. Dentro de uma hora de ingestão de uma quantidade potencialmente tóxicos, carvão ativado deve ser considerado. Alternativamente, em adultos, lavagem gástrica deve ser considerada dentro de uma hora após a ingestão de uma superdose potencialmente fatal a vida. Boa diurese deve ser assegurada. Funções renais e hepáticas devem ser cuidadosamente monitoradas. Os pacientes devem ser observados, pelo menos por quatro horas após a ingestão de quantidades potencialmente tóxicas.

Convulsões frequentes ou prolongadas devem ser tratadas com diazepam intravenoso. Outras medidas podem ser indicadas pela condição clínica do paciente.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lornoxicam com outros remédios?

Administração concomitante de Lornoxicam e:

  • Outros analgésicos incluindo os inibidores seletivos da 2-cicloxigenase: evitar o uso concomitante de 2 ou mais anti-inflamatórios não esteroidais (incluindo a aspirina) porque isto pode aumentar o risco de eventos adversos.
  • Cimetidina: elevação na concentração plasmática do Lornoxicam (nenhuma interação entre Lornoxicam e ranitidina, ou Lornoxicam e antiácidos foi demonstrada).
  • Anticoagulantes: os AINEs podem aumentar o efeito dos anticoagulantes, como as varfarinas,. Cuidadoso monitoramento de INR deve ser realizado.
  • Femprocumona: diminuição do efeito do tratamento com femprocumona.
  • Heparina: AINEs aumentam o risco de hematoma espinal ou epidural quando administrada concomitantemente com heparina, no contexto da anestesia espinal ou peridural.
  • Inibidores da ECA: o efeito anti-hipertensivo de inibidores da ECA pode diminuir.
  • Diuréticos: diminuição dos efeitos diuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos de alça e diuréticos tiazídicos. Diuréticos podem aumentar o risco de nefrotoxicidade dos AINEs.
  • Bloqueadores beta-adrenérgicos: diminuição da eficácia anti-hipertensiva.
  • Digoxina: diminuição do clearance renal da digoxina.
  • Corticoides: aumento do risco de ulceração ou de hemorragia gastrintestinal.
  • Antibióticos da classe das quinolonas: dados em animais indicam que os AINEs podem aumentar o risco de convulsões quando associados com antibióticos quinolonas. Os pacientes tomando AINEs e quinolonas podem ter risco aumentado de desenvolver convulsões.
  • Agentes antiplaquetários: risco aumentado de hemorragia gastrintestinal.
  • Outros AINEs: risco aumentado de hemorragia gastrintestinal.
  • Metotrexato: diminuição da eliminação do metotrexato e possível toxicidade do metotrexato (leucopenia, trombocitopenia, anemia, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, ulcerações na mucosa). Quando a terapia concomitante precisar ser usada, cuidadoso monitoramento deve ser realizado.
  • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS): aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.
  • Lítio: diminuição da eliminação de lítio e risco aumentado de toxicidade do lítio (tremor, fraqueza, sede excessiva, confusão). Consequentemente, é necessário o acompanhamento dos níveis séricos de lítio, especialmente durante o início, ajuste e retirada do tratamento.
  • Ciclosporina: aumento da concentração sérica de ciclosporina. A nefrotoxicidade da ciclosporina pode ser potencializada pelos efeitos mediados pela inibição da prostaglandina renal. Durante o tratamento combinado, a função renal deve ser monitorada.
  • Sulfanilureias: risco aumentado de hipoglicemia.
  • Indutores e inibidores conhecidos das isoenzimas CYP2C9: Lornoxicam (como outros AINEs, depende do citocromo P450 2C9 (isoenzima CYP2C9)) tem interação com conhecidos indutores e inibidores da isoenzima CYP2C9.
  • Tacrolimo: possível risco aumentado de nefrotoxicidade quando AINEs são dadas com tacrolimo. Durante o tratamento combinado, a função renal deve ser monitorada.
  • Mifepristona: AINEs não devem ser usados por 8-12 dias após a administração do mifepristona porque os AINEs podem reduzir o efeito do mifepristona.
  • Zidovudina: risco aumentado de toxicidade hematológica quando os AINEs são dados com zidovudina. Há evidências de um aumento do risco de hemartroses e hematomas pelos hemofílicos HIV (+) que recebem tratamento concomitante com zidovudina e ibuprofeno.

Qual a ação da substância do Lornoxicam?

Resultados de Eficácia


Terapia analgésica em lombalgia: estudo comparativo de Lornoxicam, placebo e naproxeno foi realizado. Lornoxicam 4 e 8 mg, naproxeno 500 mg e placebo foram os grupos comparados. Os resultados apontaram para uma melhor eficácia de Lornoxicam 8 mg entre os demais grupos3.

Estudo duplo cego, randomizado, multicêntrico comparou a eficácia e segurança de Lornoxicam versus naproxeno e placebo em 166 pacientes com dor lombar aguda, durante 14 dias. Lornoxicam em dor lombar 8 mg duas vezes ao dia é bem-tolerado e tão efetivo quanto naproxeno 500 mg duas vezes ao dia.4

Foi realizado estudo randomizado, duplo cego, placebo controlado, dose-resposta do efeito analgésico de Lornoxicam após cirurgia de remoção do terceiro molar8. Foram avaliadas doses de Lornoxicam até 32 mg, comparados com placebo e 10 mg de cetorolaco, concluindo que o Lornoxicam é um analgésico efetivo com rápida ação e longa duração6 . Em outro estudo de avaliação analgésica Lornoxicam na dose de 2 mg e 8 mg foi comparado com placebo e ibuprofeno 400 mg, para alívio da dor dental pós cirúrgia5. Após a cirurgia, Lornoxicam 8 mg mostrou-se o mais efetivo de todos os tratamentos, sendo que o tempo para “remedicação” foi maior do que 10 horas em 52% dos pacientes do grupo de Lornoxicam. Conclui-se que Lornoxicam é um analgésico não esteroidal efetivo e de longa duração.

Estudo em pacientes com osteoartrite onde foram utilizados lornoxican 4 mg três vezes ao dia e 8 mg duas vezes ao dia e diclofenaco 50 mg três vezes ao dia, tomados durante 12 semanas, forneceram melhoras comparáveis em uma série de parâmetros: a severidade da doença (classificada com o Índice de Função de severidade para osteoartrite do quadril e joelho) foi reduzida em 46% dos pacientes em cada grupo, as avaliações de dor objetivas foram melhoradas em 42–48%, a tolerabilidade global foi classificada como boa em 63%, 84% e 71% dos pacientes tomando Lornoxicam 4 mg três vezes ao dia, 8 mg duas vezes ao dia e diclofenaco 50 mg três vezes ao dia, respectivamente.7

Em estudo comparativo de dois regimes de dosagem de Lornoxicam (4 e 8 mg, duas vezes ao dia) com naproxeno 500 mg 2x ao dia em pacientes com artrite reumatoide, ambas as dosagens de lornoxican foram mais efetivas que o naproxeno e mais seguras no tratamento em longo prazo de artrite reumatoide.1 O Lornoxicam, na dosagem de 6, 8 e 12 mg/dia, tem efeito na osteoartrite do quadril e da articulação do joelho mostrando eficácia, segurança e boa tolerabilidade 2,7.

Diversos estudos de variação de dose com Lornoxicam foram realizados em pacientes com artrite reumatoide. Eles mostraram que Lornoxicam 2–8 mg, duas vezes ao dia, e 4 mg, três vezes ao dia, são mais efetivos do que o placebo9 . Em um estudo, 57% dos pacientes recebendo Lornoxicam até 8 mg, duas vezes ao dia, durante 8 semanas classificaram o alívio da dor como excelente, em comparação com 34% dos pacientes que receberam placebo. O maior estudo, utilizando o Índice Articular de Ritchie padrão, mostrou evidências de uma relação dose–resposta para Lornoxicam no controle de artrite reumatoide. Lornoxicam 4 mg três vezes ao dia e 8 mg duas vezes ao dia foram mais efetivos do que 2 e 4 mg duas vezes ao dia e placebo. 9

Referência Bibliográfica

1- Bernstein RM, Frenzel W. A comparative study of 2 dosage regimens of Lornoxicam and a standard dosage of naproxen in patients with rheumatoid arthritis. European Journal of Clinical Research 1995; 7:259-273.
2- Berry H, Bird HA, Black C, Blake DR, Freeman AM, Golding DN et al. A double blind, multicentre, placebo controlled trial of Lornoxicam in patients with osteoarthritis of the hip and knee. Annals of the Rheumatic Diseases 1992; 51:238-242.
3- Bias P, Kursten FW. Analgesic therapy in chronic low back pain: comparative study of Lornoxicam versus placebo and naproxen. Der Schmerz 8[Suppl.1], S50,Abstract P70. 1994.
4- Branebjerg, P. E. A multicentre, randomised, double-blind, parallel group design study comparing the therapeutic efficacy and safety of Lornoxicam and Naproxen in patients suffering from acute low-back pain. Data on File. 30-6-1993.
5- Cooper SA, Lucyk D, Smith B, Fielding A, Hersh EV, Macafee K et al. An analgesic evaluation of Lornoxicam. Clinical Pharmacology and Therapeutics 1994; 55(2):126 (Abstr. PI-12).
6- Desjardins PJ, Norris L, Doku HC, Papageorge M, Chase J. Analgesic efficacy of Lornoxicam in dental impaction pain. Clinical Pharmacology & Therapeutics 1992; 51(2):123 (Abstr. PI-7). 
7- Kidd B, Frenzel W. A multicenter, randomized, double blind study comparing Lornoxicam with diclofenac in osteoarthritis. J Rheumatol 1996; 23(9):1605-1611.
8- Norholt SE, Sindet-Pedersen S, Bugge C, Branebjerg PE, Ersboll BK, Bastian HL. A randomized, double-blind, placebo-controlled, dose-response study of the analgesic effect of Lornoxicam after surgical removal of mandibular third molars. J Clin Pharmacol 1995; 35(6):606-614.
9- Krimmer, J. A prospective, double-blind, place controlled, dose range finding study with Lornoxicam in active rheumatoid arthritis (RA) patients (anatomical stage II) using a fixed dosage regime in parallel treatment groups with 4 days wash-out and an active medication phase of 3 week (CT 60). Data on File. 6-2-1995.

Características Farmacológicas


Farmacodinâmica

Lornoxicam é um anti-inflamatório não esteroide (AINE) pertencente à classe dos oxicams com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. O modo de ação do Lornoxicam é parcialmente baseado na inibição da síntese de prostaglandina (inibição da enzima cicloxigenase), levando à dessensibilização dos nociceptores periféricos e, consequentemente, de inibição da inflamação. Um efeito central na nocicepção que parece ser independente dos efeitos anti-inflamatórios também foi sugerido.

Lornoxicam não tem efeito sobre os sinais vitais (por exemplo, temperatura corporal, frequência respiratória, frequência cardíaca, pressão arterial, ECG, espirometria).

As propriedades analgésicas do Lornoxicam foram demonstradas com sucesso em vários ensaios clínicos durante o desenvolvimento do medicamento.

Devido a uma irritação gastrintestinal local e um efeito ulcerogênico sistêmico relacionado com a inibição da síntese de prostaglandinas, as alterações gastrintestinais são reações adversas comuns após o tratamento com Lornoxicam, como pode ser visto com outros AINEs.

Farmacocinética

Absorção

O Lornoxicam é absorvido rapidamente e quase completamente pelo trato gastrintestinal. A concentração plasmática máxima é alcançada após aproximadamente 1-2 horas. A biodisponibilidade absoluta do Lornoxicam é 90-100%. Nenhum efeito de primeira passagem foi observado. A meia vida de eliminação média é de 3 a 4 horas.

A administração de Lornoxicam simultaneamente com as refeições reduz o Cmax em aproximadamente 30% e aumenta o Tmax de 1,5 para 2,3 horas. A absorção do Lornoxicam (calculado no AUC) pode ser reduzida em até 20%.

Distribuição

Lornoxicam é encontrado no plasma na forma inalterada e como seu metabólito hidroxilado. A ligação à proteína plasmática do Lornoxicam é 99% e não é dependente da concentração.

Metabolismo

Lornoxicam é extensivamente metabolizado no fígado, primeiramente ao metabólito inativo 5- hidroxilornoxicam por hidroxilação. O citocromo CYP2C9 está envolvido nesta metabolização do Lornoxicam. Devido ao polimorfismo genético, metabolizadores lentos e extensivos existem para esta enzima, o que pode resultar em acentuado aumento dos níveis plasmáticos de Lornoxicam em metabolizadores lentos. O metabólito hidroxilado não apresenta atividade farmacológica. Lornoxicam é metabolizado completamente, e aproximadamente 2/3 são eliminados via fígado e 1/3 via rim como substância inativa.

Quando testado em modelos animais, Lornoxicam não induziu enzimas do fígado. Não há evidências nos dados de estudos clínicos, do acúmulo de Lornoxicam após administrações repetidas, quando o medicamento é dado de acordo com a dosagem recomendada. Esta informação está apoiada pelos dados de monitoramento do medicamento de 1 ano de estudo.

Eliminação

A meia-vida média do metabólito principal é de 3 a 4 horas. Após a administração oral cerca de 50% são excretados nas fezes e 42% através dos rins, principalmente como 5-hidroxilornoxicam. A meia-vida de eliminação da 5-hidroxilornoxicam é de cerca de 9 horas após uma dose parenteral única ou duas vezes por dia.

Em pacientes idosos, com mais de 65 anos, o clearance é reduzido em 30-40%. Além deste clearance reduzido, não há mudança significante no perfil cinético de pacientes idosos.

Não há mudança significativa no perfil cinético do Lornoxicam em pacientes com falência renal ou hepática, exceto pela acumulação em pacientes com doença hepática crônica após 7 dias de tratamento com doses diárias de 12 e 16 mg.

Dados pré-clínicos de segurança

Os dados pré-clínicos baseados em estudos convencionais de segurança farmacológica, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade e potencial carcinogênico não mostraram riscos especiais para os seres humanos.

Lornoxicam causou toxicidade renal e ulceração gastrintestinal em estudos de toxicidade de dose única e de doses repetidas em várias espécies.

Em animais, a administração de inibidor da síntese de prostaglandinas mostrou o resultado do aumento da perda pré e pós-implantação do embrião e letalidade embrionária-fetal. Além disso, foram relatados em animais que receberam um inibidor da síntese das prostaglandinas durante o período organogênico (desenvolvimento fetal), aumento da incidência de malformações diversas, inclusive cardiovasculares.

Em ratos, Lornoxicam comprometeu a fertilidade (efeitos sobre a ovulação e implantação), e afetou a gravidez e o parto. Em coelhos e ratos, Lornoxicam causou o fechamento prematuro do canal arterial devido à inibição da cicloxigenase.

Interação Alimentícia: posso usar o Lornoxicam com alimentos?

Alimentação pode reduzir a absorção do Lornoxicam em cerca de 20% e aumentar o Cmax.

Fontes consultadas

Bula do Profissional do Medicamento Xefo®.

O conteúdo desta bula foi extraído manualmente da bula original, sob supervisão técnica do(a) farmacêutica responsável: Karime Halmenschlager Sleiman (CRF-PR 39421). Última atualização: 12 de Setembro de 2023.

Karime Halmenschlager SleimanRevisado clinicamente por:Karime Halmenschlager Sleiman. Atualizado em: 12 de Setembro de 2023.

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