Redoxon Tripla Ação CR 1000mg + 455UI + 10mg, caixa com 30 comprimidos revestidos
BayerRedoxon Tripla Ação CR 1000mg + 455UI + 10mg, caixa com 30 comprimidos revestidos
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Bula do Redoxon Tripla Ação CR
Redoxon® Tripla Ação CR é indicado para prevenção e tratamento das infecções do trato respiratório, tais como gripes e resfriados comuns, reduzindo o risco, a duração e a intensidade dos sintomas, através do reforço do sistema imune e proteção contra os danos causados pelos radicais livres (ação antioxidante).
Código ATC: A11GB.
Este produto contém vitamina C em combinação com vitamina D e zinco.
A vitamina C (ácido ascórbico) é uma importante vitamina hidrossolúvel (solúvel em água) e antioxidante (neutraliza os efeitos dos radicais livres), participando de diversas reações metabólicas no organismo.
A vitamina C é o principal antioxidante hidrossolúvel no soro humano e desempenha um importante papel no auxilio e fortalecimento das defesas do organismo, ou seja, o sistema imunológico: a vitamina C contribui para a proteção das células contra a ação dos radicais livres, gerados durante o metabolismo normal bem como quando expostos a toxinas e poluentes (por exemplo, fumantes e poluentes atmosféricos).
A vitamina C é necessária para o adequado funcionamento dos glóbulos brancos, sua movimentação, eliminação de agentes agressores (como vírus e bactérias, por exemplo), atividade antimicrobiana e para a síntese de colágeno e cicatrização de feridas.
Além disso, as quantidades de vitamina C no sangue (plasma) e nos glóbulos brancos (leucócitos) caem rapidamente durante infecções e estresse. A vitamina C tem um importante papel na produção do colágeno. O colágeno é fundamental para a manutenção da barreira física representada pela pele e mucosas contra infecções.
A vitamina D é considerada biologicamente inativa até sofrer reações enzimáticas e ser convertida no metabólito biologicamente ativo conhecido como calcitriol. Em paralelo ao seu papel bem estabelecido na saúde óssea, como na prevenção de fraturas e traumas, a vitamina D é importante para o sistema imunológico.
A vitamina D é eficaz na prevenção e no tratamento de doenças infecciosas.
O zinco é um dos oligoelementos mais importantes para o organismo e possui papel importante na função imunológica e na modulação da resistência do organismo a agentes infecciosos. Ele participa de mais de 300 reações enzimáticas envolvidas nas principais vias metabólicas e como parte da estrutura de muitas proteínas, hormônios e receptores de neuropeptídios (substâncias químicas produzidas pelos neurônios- células nervosas).
O zinco desempenha um papel importante na proliferação e diferenciação celular (processo no qual as células vivas se “especializam”, gerando uma diversidade celular).
Redoxon® Tripla Ação CR é contraindicado para pacientes que apresentam alergia (hipersensibilidade) a qualquer dos ingredientes ativos da fórmula ou a qualquer dos excipientes, para pacientes com insuficiência renal grave (deficiência do funcionamento do rim), inclusive com diálise, pedra nos rins ou histórico, eliminação aumentada de oxalato na urina, pacientes com hemocromatose (doença em que ocorre absorção excessiva de ferro no organismo), aumento dos níveis de cálcio no sangue e excesso de vitamina D.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso adulto e crianças maiores de 12 anos de idade. Administração oral, 1 comprimido por dia. Não exceder 1 comprimido revestido ao dia a não ser a critério médico.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Em caso de esquecimento, continue o tratamento com a dose diária recomendada. Não se deve dobrar a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
Não ultrapassar a dose recomendada. A superdose aguda e crônica aumenta o risco de efeitos adversos.
Cuidado com a ingestão concomitante de suplementos alimentares ou medicamentos contendo vitamina C, vitamina D, análogos da vitamina D e/ou zinco.
Dar intervalo de 4 horas entre o uso de Redoxon® Tripla Ação CR com outras medicações, a não ser que especificado de modo diferente.
A vitamina C pode interferir com exames de laboratório, levando a falso resultado. Informe ao seu médico ou profissional de saúde ao tomar este produto e se forem planejados exames laboratoriais.
A vitamina C pode interferir com kits de testes e aparelhos de medição dos níveis de glicose, causando falsos resultados. Consulte a bula do kit de teste ou do aparelho de medição para orientações.
Contém traços de açúcar (0,0014 g/comprimido).
Gravidez
Redoxon® Tripla Ação CR geralmente é considerado seguro durante a gravidez. No entanto, considerando-se a quantidade de vitamina C acima da dose mínima diária recomendada de nutrientes durante a gravidez, deve-se consultar um profissional de saúde antes da utilização do produto.
A dose informada não deve ser excedida, pois a superdose crônica pode ser prejudicial para o feto.
O consumo deve considerar a ingestão das vitaminas e de zinco de outras fontes.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Lactação
Redoxon® Tripla Ação CR geralmente é considerado seguro durante a lactação. No entanto, considerando-se a quantidade de vitamina C acima da mínima diária recomendada de nutrientes durante a lactação, deve-se consultar um profissional de saúde antes da utilização do produto.
As vitaminas e o zinco no produto são excretados no leite materno. Isto deve ser levado em consideração.
Fertilidade
Não há evidências sugestivas de que níveis endógenos (do próprio organismo) normais das vitaminas C e D e zinco causem efeitos reprodutivo prejudiciais em seres humanos.
Efeitos sobre a capacidade de conduzir veículos ou utilizar máquinas
Redoxon® Tripla Ação CR tem muito pouca ou nenhuma influência sobre a capacidade de dirigir veículos ou utilizar máquinas.
A frequência dos eventos listados é desconhecida (ela não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
- Alterações gastrintestinais: Diarreia, náuseas, vômitos, dores gastrintestinais e abdominais.
- Alterações no sistema imunológico: Reação alérgica e reação anafilática.
As reações de hipersensibilidade (reação alérgica) com as respectivas manifestações laboratoriais e clínicas incluem a síndrome de asma alérgica, reações leves a moderadas que podem afetar a pele, o trato respiratório, o trato gastrintestinal e o sistema cardiovascular, incluindo sintomas como erupção cutânea, urticária, edema alérgico (inchaço), angioedema (inchaço e vermelhidão na pele), prurido (coceira) e distúrbio cardiorrespiratório.
Se houver suspeita de uma reação alérgica, o uso do produto deve ser interrompido e um profissional de saúde tem que ser consultado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Comprimidos revestidos contendo 1g de ácido ascórbico, 455 UI de colecalciferol e 10 mg de zinco. Embalagens contendo 30 comprimidos revestidos.
Uso oral.
Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos.
Cada comprimido revestido contém:
Composição | Concentração por comprimido | (*) Percentual por comprimido |
Vitamina C (ácido ascórbico) (na forma de 1125 mg de ascorbato de sódio) | 1000 mg | 2.222% |
Vitamina D (colecalciferol) | 455 UI** | 227,5% |
Zinco (na forma de 32 mg de citrato de zinco tri-hidratado) | 10 mg | 143% |
(*) Teor percentual do componente na posologia máxima indicada na bula relativo à Ingestão Diária Recomendada (IDR).
** 1 micrograma de colecalciferol = 40 UI.
Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, ácido esteárico (vegetal), dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, racealfatocoferol, ascorbato de sódio, triglicerídeos de cadeia média, sacarose, amido e dióxido de silício.
Não há evidências de que Redoxon® Tripla Ação CR possa levar a superdose quando usado conforme recomendado. O consumo deve considerar a ingestão das vitaminas C e D e de zinco de outras fontes.
As manifestações gerais de superdose podem incluir aumento de distúrbios gastrintestinais, incluindo diarreia, náusea e vômitos.
Se tais sintomas ocorrerem, a administração do produto deve ser interrompida e um profissional de saúde precisa ser consultado.
A superdose aguda ou crônica do produto pode causar toxicidade específica associada com vitamina C, vitamina D e/ou zinco.
Os sinais clínicos e sintomas, os achados laboratoriais e as consequências da superdose são altamente diversificados, dependentes da sensibilidade do indivíduo e das circunstâncias ao redor.
Se houver suspeita de superdose com o Redoxon® Tripla Ação CR, a ingestão deve ser interrompida e um profissional de saúde precisa ser consultado para o tratamento das manifestações clínicas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Interações medicamentosas por ingrediente ativo no produto:
Ingrediente ativo | Medicamento | Descrição |
Vitamina C | Desferroxamina | A vitamina C pode aumentar a toxicidade de ferro ao tecido, especialmente no coração, causando descompensação cardíaca |
Ferro | A vitamina C pode aumentar a absorção de ferro, especialmente em indivíduos com deficiência de ferro. Pequenos aumentos incrementais de ferro podem ser importantes em indivíduos com condições como a hemocromatose hereditária ou em indivíduos heterozigotos para esta condição, pois isso pode agravar a sobrecarga de ferro | |
Ciclosporina | A suplementação de antioxidantes, inclusive a vitamina C, pode reduzir o nível sanguíneo de ciclosporina | |
Indinavir (inibidores de protease) | Doses altas de vitamina C reduziram significativamente a concentração sérica de indinavir, que pode interferir com a eficácia de indinavir | |
Varfarina | Doses altas de vitamina C podem interferir com a eficácia da varfarina | |
Vitamina D3 | Diuréticos tiazídicos | Os diuréticos tiazídicos reduzem a excreção urinária de cálcio. Deve-se ter cautela com o tratamento concomitante com a vitamina D. O nível de cálcio sérico deve ser monitorado regularmente durante o uso concomitante com diuréticos tiazídicos |
Orlistate | Alguns medicamentos podem diminuir a absorção gastrointestinal da vitamina D. Um intervalo da ingestão entre estes medicamentos e a vitamina D de pelo menos 2 horas antes ou 4 a 6 horas depois da ingestão da vitamina D deve minimizar esta interação | |
Resinas de troca iônica (por exemplo, colestiramina) | ||
Laxantes (por exemplo, óleo mineral, sene) | ||
Análogos da vitamina D (por exemplo, ergocalciferol, calcitriol e calcipotrieno tópico) | O tratamento concomitante com análogos da vitamina D deve ser evitado devido ao aumento do risco de hipervitaminose D e/ou hipercalcemia | |
Zinco | Antibióticos tetraciclínicos | Cátions polivalentes, tais como o zinco, formam complexos com determinadas substâncias, resultando em diminuição da absorção de ambas as substâncias. O intervalo na ingestão do produto por 2 horas antes ou 4 horas depois do outro medicamento, a não ser que especificado de modo diferente, reduz o potencial para esta interação |
Antibióticos tipo quinolonas | ||
Penicilaminas | ||
Bifosfonatos | ||
Levotiroxina | ||
Eltrombopag |
Interações laboratoriais
Vitamina C
Como a vitamina C é um forte agente redutor (ou seja, doador de elétrons), ela pode causar interferência química em exames laboratoriais que envolvem reações de oxidação-redução, tais como as análises de glicose, creatinina, ácido úrico e fosfatos inorgânicos na urina, no soro e de sangue oculto nas fezes. O uso de testes específicos que não sejam dependentes das propriedades de redução ou a descontinuação de vitamina C dietética extra irá evitar qualquer interferência indesejável. Consultar as informações do fabricante para determinar se o ácido ascórbico interfere com o teste.
A vitamina C pode interferir com exames que medem glicose urinária e sanguínea originando resultados falsos, apesar de ela não ter efeito sobre os níveis de glicose. Consulte as informações do aparelho de medição ou do kit de testes para determinar se há interferência na vitamina C (ácido ascórbico) e para orientações na exatidão das leituras.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Resultados de Eficácia
Lactentes que apresentam deficiência de LAL
O LAL-CL03 foi um estudo multicêntrico, aberto e de braço único de Alfassebelipase em 9 pacientes com deficiência de LAL com falha no crescimento ou outros indícios de doença rapidamente progressiva antes dos 6 meses de idade. Os pacientes apresentavam também doença hepática rapidamente progressiva e hepatoesplenomegalia grave. A faixa etária para admissão no estudo era de 1-6 meses. Os pacientes receberam Alfassebelipase a 0,35 mg/kg uma vez por semana durante as primeiras 2 semanas e depois 1 mg/kg uma vez por semana. Com base na resposta clínica, o aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez por semana verificou-se logo ao fim de 1 mês e até 20 meses após o início do tratamento a 1 mg/kg. Foi permitido um aumento adicional progressivo da dose para 5 mg/kg uma vez por semana. A eficácia foi avaliada comparando a experiência de sobrevida de pacientes tratados com Alfassebelipase que sobreviveram por mais de 12 meses de idade no LAL-CL03 com um grupo histórico de lactentes não tratados que apresentavam deficiência de LAL com características clínicas semelhantes.
No LAL-CL03, 6 de 9 lactentes tratados com Alfassebelipase sobreviveram mais de 12 meses (67% de sobrevivência aos 12 meses, IC 95%: 30% a 93%). Com o tratamento continuado por mais de 12 meses de idade, 1 paciente adicional faleceu aos 15 meses de idade. No grupo histórico, 0 de 21 pacientes sobreviveu mais de 8 meses de idade (0% de sobrevivência aos 12 meses, IC 95%: 0% a 16%). Alfassebelipase em doses até 1 mg/kg uma vez por semana resultou em melhorias dos níveis de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) e aumento de peso nas primeiras semanas de tratamento. Da linha basal até à semana 48, as reduções médias de ALT e AST foram -34,0 U/l e -44,5 U/l, respetivamente. O aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez por semana foi associado a melhorias adicionais no aumento de peso, linfadenopatia e albumina sérica. Da linha basal até à semana 48, o percentil de peso médio para a idade melhorou de 12,74% para 29,83% e os níveis médios de albumina sérica aumentaram de 26,7 g/l para 38,7 g/l. Um lactente foi tratado com 5 mg/kg uma vez por semana no LAL-CL03; não foram notificadas reações adversas novas com esta dose. Na ausência de mais dados clínicos, esta dose não é recomendada.
Crianças e adultos com deficiência de LAL
O LAL-CL02 foi um estudo multicêntrico, duplo cego e controlado por placebo em 66 crianças e adultos com deficiência de LAL. Os pacientes foram aleatorizados para receberem Alfassebelipase a uma dose de 1 mg/kg (n=36) ou placebo (n=30) uma vez de duas em duas semanas durante 20 semanas no período duplo cego. A faixa etária no momento da randomização era dos 4 aos 58 anos de idade (71% tinham < 18 anos de idade). Para a admissão no estudo, os pacientes tinham de apresentar níveis de ALT ≥1,5 vezes o limite superior do normal (LSN). A maioria dos pacientes (58%) tinha colesterol LDL > 190 mg/dl no momento da admissão no estudo e 24% dos pacientes com colesterol LDL > 190 mg/dl estavam tomando medicamentos para baixar os lípidos. Dos 32 pacientes que fizeram uma biópsia de fígado no momento da admissão no estudo, 100% tinham fibrose e 31% tinham cirrose. A faixa etária dos pacientes com indícios de cirrose na biópsia era dos 4 aos 21 anos de idade.
Foram avaliados os seguintes parâmetros de avaliação final:
Formalização da ALT, diminuição do colesterol LDL, diminuição do colesterol não HDL, normalização da AST, diminuição dos triglicérides, aumento do colesterol HDL, diminuição do teor de gordura no fígado avaliado por imagem por ressonância magnética - eco de gradiente multi-eco (MEGE-MRI) e melhoria da esteatose hepática medida por morfometria. Observou-se uma melhoria estatisticamente significativa em vários parâmetros de avaliação final no grupo tratado com Alfassebelipase em comparação com o grupo de placebo na conclusão do período de 20 semanas de duplo cego do estudo, como apresentado na Tabela 3. A redução absoluta do nível médio de ALT foi de - 57,9 U/l (-53%) no grupo tratado com Alfassebelipase e -6,7 U/l (-6%) no grupo de placebo.
Tabela 3: Parâmetros de avaliação final primários e secundários de eficácia no LALCL02
a Proporção de pacientes que atingiram a normalização definida como 34 ou 43 U/l, em função da idade e do sexo.
b Proporção de pacientes que atingiram a normalização definida como 34-59 U/l, em função da idade e do sexo. Avaliada em pacientes com valores anormais na linha basal (n=36 para o Alfassebelipase; n=29 para o placebo).
c Avaliado em pacientes com avaliações efetuadas por MEGE-MRI (n=32 para o Alfassebelipase; n=25 para o placebo).
d Os valores de P são do teste exato de Fisher para os parâmetros de avaliação final de normalização e do teste de soma de postos Wilcoxon para todos os outros parâmetros de avaliação final.
Estiveram disponíveis biópsias de fígado emparelhadas na linha basal e na semana 20 num subgrupo de pacientes (n=26). Dos pacientes com biópsias de fígado emparelhadas, 63% (10/16) dos pacientes tratados com Alfassebelipase melhoraram da esteatose hepática (pelo menos ≥ 5% de redução) medida por morfometria em comparação com 40% (4/10) dos pacientes a receber placebo. Esta diferença não foi estatisticamente significativa. Período aberto Sessenta e cinco de 66 pacientes entraram no período aberto (até 130 semanas) com uma dose de Alfassebelipase de 1 mg/kg uma vez de duas em duas semanas.
Nos pacientes que tinham recebido Alfassebelipase durante o período de duplo cego, as reduções dos níveis de ALT durante as primeiras 20 semanas de tratamento mantiveram-se e observaram-se melhorias adicionais nos parâmetros dos lípidos incluindo os níveis de colesterol LDL e de colesterol HDL. Quatro (4) de 65 pacientes no período aberto tiveram um aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez de duas em duas semanas com base na resposta clínica. Os pacientes que receberam placebo apresentaram níveis séricos persistentemente elevados de transaminases e níveis séricos anormais de lípidos durante o período de duplo cego. Consistente com o que foi observado nos pacientes tratados com Alfassebelipase durante o período de duplo cego, o início do tratamento com Alfassebelipase durante o período aberto produziu melhorias rápidas nos níveis de ALT e nos parâmetros dos lípidos incluindo os níveis de colesterol LDL e de colesterol HDL. Num estudo aberto separado (LAL-CL01/LAL-CL04) em pacientes adultos com deficiência de LAL, as melhorias nos níveis séricos de transaminases e lípidos foram sustentadas durante o período de tratamento de 104 semanas.
População pediátrica
Cinquenta e seis de 84 pacientes (67%) que receberam Alfassebelipase durante os estudos clínicos (LAL-CL01/LAL-CL04, LAL-CL02 e LAL-CL03) pertenciam à faixa etária pediátrica e adolescente (1 mês até 18 anos de idade).
Características Farmacológicas
Propriedades farmacodinâmicas
Grupo farmacoterapêutico: Outros produtos do trato alimentar e metabolismo, enzimas; código ATC: A16AB14.
Deficiência de lipase ácida lisossomal (LAL)
A deficiência de LAL é uma doença rara associada a morbidade e mortalidade significativas, que afeta indivíduos desde a infância até à idade adulta. A deficiência de LAL nos lactentes é uma emergência médica com rápida progressão da doença ao longo de um período de semanas, tipicamente fatal nos primeiros 6 meses de vida. A deficiência de LAL é uma doença autossômica recessiva de armazenamento lisossomal caracterizada por um defeito genético que resulta numa diminuição acentuada ou perda de atividade da enzima lipase ácida lisossomal (LAL). A atividade deficiente da enzima LAL resulta no acúmulo lisossomal de ésteres do colesterol e triglicérides.
No fígado, este acúmulo conduz a hepatomegalia, teor de gordura no fígado aumentado, elevação das transaminases indicativo de lesão crônica do fígado e progressão para fibrose, cirrose e complicações de doença hepática em fase terminal. No baço, a deficiência de LAL resulta em esplenomegalia, anemia e trombocitopenia. O acúmlo de lípidos na parede do intestino conduz a má absorção e falha no crescimento. A dislipidemia é frequente com o LDL e os triglicérides elevados e o HDL baixo, associados ao teor de gordura aumentado no fígado e às elevações das transaminases. Além da doença hepática, os pacientes com deficiência de LAL têm um risco aumentado de doença cardiovascular e aterosclerose acelerada.
Mecanismo de ação
A Alfassebelipase é uma lipase ácida lisossomal humana recombinante (rhLAL). A Alfassebelipase liga-se aos recetores da superfície celular através de glicanos expressos na proteína e é subsequentemente internalizada nos lisossomas. A Alfassebelipase catalisa a hidrólise lisossomal dos ésteres do colesterol e triglicérides para colesterol livre, glicerol e ácidos graxos livres. A substituição da atividade da enzima LAL conduz a reduções do teor de gordura no fígado e das transaminases, e ativa o metabolismo dos ésteres do colesterol e triglicérides no lisossoma, conduzindo a reduções do colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e do colesterol de lipoproteínas não de alta densidade, triglicérides e aumentos do colesterol HDL. A melhoria do crescimento ocorre em resultado da redução de substratos no intestino.
Propriedades farmacocinéticas
Crianças e adultos
A farmacocinética da Alfassebelipase em crianças e adultos foi determinada utilizando uma análise farmacocinética da população de 65 pacientes com deficiência de LAL que receberam infusões intravenosas de Alfassebelipase a 1 mg/kg uma vez de duas em duas semanas no LAL-CL02. Vinte e quatro pacientes tinham idades compreendidas entre os 4 e os 11 anos, 23 tinham idades compreendidas entre os 12 e os 17 anos, e 18 tinham idade ≥ 18 anos (Tabela 4). Com base numa análise não compartimental de dados de adultos (LAL-CL01/LAL-CL-04), a farmacocinética da Alfassebelipase pareceu ser não linear com um aumento da exposição mais acentuado do que o proporcional à dose observado entre as doses de 1 e 3 mg/kg. Não se observou acúmulo a 1 mg/kg (uma vez por semana ou uma vez de duas em duas semanas) ou 3 mg/kg uma vez por semana.
Tabela 4: Parâmetros farmacocinéticos médios da população
* Semana 22 para os pacientes a receber placebo reinicializada para Semana 0, isto é, primeira semana de tratamento ativo.
AUCss = Área sob a curva de concentração plasmática-tempo em estado estacionário.
Cmax = Concentração máxima.
Tmax = Tempo até à concentração máxima.
CL = Depuração.
Vc = Volume central de distribuição.
T½ = Semivida.
Lactentes (< 6 meses de idade)
No LAL-CL03, a Alfassebelipase foi eliminada da circulação sistêmica com um T½ mediana de 0,1 h (intervalo: 0,1-0,2) à dose de 3 mg/kg uma vez por semana (n = 4). A diferença em exposições à Alfassebelipase entre os grupos que receberam 0,35 mg/kg e 3 mg/kg uma vez por semana foi mais do que proporcional à dose, com um aumento de 8,6 vezes da dose, resultando num aumento de 9,6 vezes da exposição para a AUC e um aumento de 10,0 vezes para a Cmax.
Linearidade/não linearidade
Com base nestes dados, a farmacocinética da Alfassebelipase pareceu ser não linear com um aumento da exposição mais acentuado do que o proporcional à dose observado entre as doses de 1 e 3 mg/kg.
Populações especiais
Durante a análise de covariáveis do modelo de farmacocinética da população para a Alfassebelipase, constatou-se que a idade, o peso corporal e o sexo não tinham uma influência significativa na CL e no Vc da Alfassebelipase. A Alfassebelipase não foi investigada em pacientes com idades compreendidas entre os 2 e os 4 anos ou em pacientes com idade igual ou superior a 65 anos. As informações sobre a farmacocinética da Alfassebelipase em grupos étnicos não caucasianos são limitadas. A Alfassebelipase é uma proteína e prevê-se que seja metabolicamente degradada através de hidrólise péptica. Consequentemente, não se prevê que a função hepática comprometida afete a farmacocinética da Alfassebelipase.
Para os pacientes com comprometimento hepático grave existe falta de dados. A eliminação renal da Alfassebelipase é considerada uma via menor para a depuração. Para os pacientes com comprometimento renal existe falta de dados. As informações sobre o impacto de anticorpos antifármaco na farmacocinética da Alfassebelipase são limitadas.
Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) e proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento
Redoxon® Tripla Ação CR apresenta-se na forma de comprimido revestido, oblongo e alaranjado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
MS – 1.7056.0122
Farm. Resp.:
Dra. Dirce Eiko Mimura
CRF-SP n° 16.532
Fabricado por:
Bayer S.A.
Pilar – Pcia. De Buenos Aires – Argentina
Importado por:
Bayer S.A. Rua Domingos Jorge, 1100 – Socorro - 04779-900
São Paulo - SP
CNPJ 18.459.628/0001-15
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
Especificações sobre o Redoxon Tripla Ação CR
Caracteristicas Principais
Fabricante:
Tipo do Medicamento:
Específico
Necessita de Receita:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Principio Ativo:
Categoria do Medicamento:
Classe Terapêutica:
Especialidades:
Clínica Médica
Pneumologia
Preço Máximo ao Consumidor:
PMC/SP R$ 62,49
Preço de Fábrica:
PF/SP R$ 46,90
Registro no Ministério da Saúde:
1705601220022
Código de Barras:
7891106912686
Temperatura de Armazenamento:
Temperatura ambiente
Produto Refrigerado:
Este produto não precisa ser refrigerado
Doenças Relacionadas:
Bula do Paciente:
Bula do Profissional:
Modo de Uso:
Uso oral
Pode partir:
Esta apresentação não pode ser partida
REDOXON TRIPLA AÇÃO CR É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE UM MÉDICO OU UM FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. MEDICAMENTOS PODEM CAUSAR EFEITOS INDESEJADOS. EVITE A AUTOMEDICAÇÃO: INFORME-SE COM SEU MÉDICO OU FARMACÊUTICO.
Sobre a Bayer
A história da Bayer começou há mais de 150 anos, no século 19. Tudo teve início com muita curiosidade natural e dois fogões de cozinha, que o empresário Friedrich Bayer e o tintureiro Johann Friedrich Weskott utilizavam para realizar experimentos.
Hoje, a empresa contribui para melhorar a qualidade de vida da população mundial, desenvolvendo produtos inovadores com profundo conhecimento dos processos bioquímicos que ocorrem nos organismos vivos.
Por meio de seus produtos, a companhia tem o objetivo de encontrar a solução para alguns dos principais desafios dessa época: prevenindo, atenuando e curando doenças. Além disso, a Bayer se compromete com a sustentabilidade, assegurando suas responsabilidades éticas e sociais.
Tudo isso é feito seguindo os princípios da liderança, integridade, flexibilidade e eficiência, com os quais a empresa promove mudanças e mostra iniciativa para motivar outras pessoas.
Fonte: https://www.bayer.com.br
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